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Camus de Aquário

   Camus de Aquário (水瓶座アクエリアスのカミュ Akueriasu no Kamyu?) é o Cavaleiro de Ouro que protege a Casa de Aquário no Santuário. No mangá, treinou o pequeno Hyoga e Isaak durante seis anos nas geladas terras do leste da Sibéria. foi obrigado a lutar contra Hyoga no Santuário.


Camus é um cavaleiro bastante poderoso, com habilidade de baixar a temperatura e lançar o Pó de Diamante com grande facilidade. A "Execução Aurora" é o seu golpe secreto mais poderoso, que emite um frio próximo ao zero absoluto, e foi herdado por Hyoga.

No anime, Camus treinou o Cavaleiro de Cristal, que por sua vez foi o mestre de Hyoga. Isso aconteceu porque o anime estava sendo produzido na mesma época dos primeiros arcos do mangá. Em algum momento o anime alcançou os acontecimentos do mangá, então foi preciso criar fillers originais, que mais tarde entraram em conflito com a história do cânone, uma vez que os produtores não sabiam da existência de Camus.

Características
Aparência

Camus é um homem de pele clara que, embora não pareça, possui um físico considerável apesar de sua estrutura, o que lhe permite manter um combate corporal notável. Seus cabelos são de cor azul-turquesa longos, que chegam até sua cintura, seus olhos são de cor azul-marinho. No mangá seus cabelos são vermelhos, assim como seus olhos, e unhas pintadas com a mesma cor.

É comumente visto utilizando sua armadura de ouro, porém, é um dos poucos Cavaleiros de Ouro a ser visto em trajes de treinamento em sua fase adulta, onde ele utiliza uma camisa roxa sem mangas e uma calça clara. No mangá, em um flashback treinando Hyoga, ele é visto usando um casaco de frio, calça escura e luvas.

Ao voltar como espectro, seu físico e cor de olhos permaneceram os mesmos, bem como a tonalidade de sua pele, embora pareça um pouco mais clara. De fato a única coisa que mudou foi a cor de seu cabelo, indo pra um tom de verde azulado claro.

Personalidade


Camus é uma pessoa estoica, fria e distante, pois ele acredita que os Cavaleiros de Ouro, como os mais fortes entre os protetores de Atena, nunca devem mostrar exasperação ou medo, senão iriam levar as pessoas em desespero. Camus é conhecido como o mais frio dos doze cavaleiros de ouro, mas sua frieza não é baseada em suprimir seus sentimentos, e sim no controle.

No mangá, ele revela que desconfiava que o Papa não estava trabalhando sob a vontade de Atena, mas ele manteve-se longe do santuário numa instância neutra, provavelmente por não saber o quadro geral do que acontecia, e para cumprir o seu papel como o Cavaleiro de Aquário. Camus sempre demonstrou fazer as coisas à sua maneira seguindo sua própria vontade, não reagindo tanto aos conflitos e eventos externos que acontecem ao seu redor, mostrando certa contradição com o que ele prega a Hyoga, já que suas motivações muitas vezes são seguidas por motivos pessoais, como sua ligação com seu aluno ou em Alma de Ouro, em que segue uma promessa que fez a um velho amigo. Camus insiste para Hyoga que ele deve ser sempre frio, mas ele chorou pelo menos duas vezes: quando ele prende Hyoga no caixão de gelo no mangá, e na morte de Shaka na

 

Saga de Hades.

Camus é inflexível quando acredita em algo, mas sempre permanece calmo e calculista. Luta por aquilo que ele acha que é certo e está disposto a fazer qualquer coisa para defender seus ideais, como vimos na Saga de Hades, onde ele estava disposto a matar seus companheiros, se necessário, para cumprir a sua missão, e na Saga do Santuário quando deixou que Seiya e Shun passassem, porque ele sabia que eles estavam certos e só não havia permitido Hyoga pois ele não estava preparado e não havia despertado o Sétimo Sentido. Ao custo de sua vida ele ajudou seu discípulo a conseguir encontrar o zero absoluto e herdar o seu ataque mais poderoso: Execução Aurora.

A respeito de suas relações, Camus tem um enorme carinho por seu pupilo, ainda que não demostre ou o faça por atos e não palavras, ele o ensinou tudo o que sabe, sendo Hyoga seu maior legado; quando Hyoga estava lutando como um "traidor" contra os cavaleiros de ouro, Camus sabia suas verdadeiras intenções e estava orgulhoso dele, contente por o ver batalhando em nome de Atena. Quando teve que aprisioná-lo no Esquife de Gelo, ele o fez porque não queria que ele sofresse nas mãos de outros cavaleiros de ouro, fazendo isso enquanto seu coração chorava. No Templo de Aquário, ambos batalharam de igual para igual no cosmo, na temperatura e no emocional, fazendo o mestre ficar orgulhoso de seu discípulo e lamentando não podê-lo ajudar a utilizar as habilidades que adquiriu. Camus também possui uma certa amizade com Milo, ou ao menos, eles compartilham um laço de maior camaradagem comparado com grande parte dos outros cavaleiros de ouro.

Histórico
Episódio Zero

Treze anos atrás, todos os Cavaleiros de Ouro, junto ao Grande Mestre Shion, presenciam a chegada da bebê Atena em frente à estátua da Deusa. O Grande Mestre revela que a Guerra Santa contra Hades está próxima e diz para os Cavaleiros de Ouro se prepararem. Devido a sua idade avançada, Shion decide escolher seu sucessor entre os Cavaleiros de Ouro. Shura interrompe dizendo que o próximo Grande Mestre deverá ser Sagaou Aiolos, pois a benevolência, sabedoria, valentia e poder dos dois está muito acima dos demais Cavaleiros de Ouro, que são muito jovens e ainda se encontram em fase de treinamento. O Cavaleiro de Capricórnio pede desculpas por falar demais. Shion finaliza a reunião dizendo que pensa em tomar a decisão o quanto antes e que quando o momento chegar, seu sucessor terá o apoio de todos.

Pouco depois, Camus de Aquário, Mu de Áries, Aldebaran de Touro, Aiolia de Leão, Shaka de Virgem, Milo de Escorpião  se despedem de Aiolos e Shura, partindo para treinar novamente e se aperfeiçoar.

Treinamento de Hyoga e Isaac


Camus treinou por 6 anos Isaak e Hyoga na Sibéria para um deles obter a armadura de cisne. Quando Isaak desapareceu, Hyoga relatou ao mesmo que Camus ficará muito triste, depois desse fato Camus se dedicou ainda mais a treinar Hyoga, percebendo seu grande potencial mas não deixando suas funções como cavaleiro de ouro de lado.

Em algum momento (antes do desaparecimento de Isaak), Camus lhes contou suas suspeitas que uma guerra civil iria acontecer dentro do Santuário, e que suas consequências seriam devastadoras.

Batalha das Doze Casas

Casa de Libra - Durante a luta de Shun de Andrômeda e Hyoga de Cisne contra o Cavaleiro de Gêmeos, o Cavaleiro de Cisne recebe o golpe Outra Dimensão, e apesar dos esforços de Shun, Hyoga desaparece.

Quando recobra a consciência, Hyoga percebe que está em algum lugar do Santuário, e então aparece Camus. Hyoga acredita que está na Casa de Aquário, mas Camus lhe diz que na verdade ele está na Casa de Libra. Camus havia tirado Hyoga da Outra Dimensão com seu Cosmo.

Hyoga tenta convencer Camus das verdadeiras intenções do Grande Mestre, mas só recebe os ataques do Cavaleiro de Aquário como resposta. Camus diz ao pupilo para esquecer a mãe e focar-se apenas em ser um Cavaleiro. Para forçar um revide do Cavaleiro de Cisne, Camus afunda o barco onde está a mãe de Hyoga, para uma profundidade onde Hyoga nunca mais poderia vê-la. Isso faz Hyoga atacar, mas não com força suficiente. Camus decide acabar com Hyoga, e aplica a Execução Aurora. Com Hyoga desfalecido, o cavaleiro de Aquário congela-o com o Esquife de Gelo, que segundo ele diz, nenhum Cavaleiro de Ouro poderia romper.

Casa de Aquário - Hyoga é posteriormente libertado pela Espada de Libra, empunhada por Shiryu de Dragão, e novamente torna a enfrentar Camus, dessa vez no respectivo templo. Com a saída de Seiya e Shun, Hyoga agradece aos ensinamentos de seu mestre com ação, utilizando o Pó de Diamante. Camus contém a técnica e contra-ataca lançando uma rajada congelante que congela a perna esquerda de seu discípulo. Nesse momento, Camus pergunta sobre o que era o zero absoluto. Com a demora de uma resposta Camus torna a atacar novamente, explicando que o zero absoluto é a temperatura mais baixa existente nesse universo, e que mesmo para ele é impossível alcançar tal temperatura. Camus conclui dizendo que num combate entre Cavaleiros que controlam o gelo, vence quem se aproxima do zero absoluto.

Hyoga mostra tenacidade, levantando-se após receber a Execução Aurora, porém Camus decide concluir a luta e torna a prender o Cavaleiro de Cisne num Esquife de Gelo. Dessa vez, porém, Hyoga consegue fazer baixar a temperatura do ar para menos que a do caixão. Camus fica surpreso, imaginando que Hyoga havia chegado ao zero absoluto.

Hyoga se levanta e torna a atacar. Camus lança uma rajada de cosmo congelante. A colisão das energias está em equilíbrio, indicando que Hyoga emitiu um ar tão frio quanto o de seu mestre. Camus parabeniza Hyoga, mas fala sobre o ponto de congelamento das armaduras, e que enquanto estivesse usando a armadura de ouro jamais perderia. Aos poucos o ar frio gerado por Camus sobrepuja o de Hyoga. Tendo ficado momentaneamente inconsciente, Hyoga desperta a tempo de conter toda a massa de ar frio, a devolvendo para Camus que é lançado ao chão. Ao levantar, Camus constata parte da Armadura de Aquário congelada. Hyoga havia chegado ao zero absoluto.

Utilizando a Execução Aurora, Camus então se prepara para dar o golpe final, porém fica surpreso ao ver Hyoga imitando sua técnica máxima. Os dois disparam suas Execuções Aurora, com o ataque de Hyoga fazendo máximo de uso do zero absoluto. Camus é vencido. Com sua armadura congelada, ele parabeniza Hyoga por ter superado seu mestre e conseguido atingir o zero absoluto.

Anime: Camus é um cavaleiro justo, porém leal ao Santuário, com um profundo conhecimento sobre os cavaleiros e as ocorrências. Apesar de suspeitar da maldade do mestre, sempre adotou uma postura neutra, não tomando partido quando da traição de Hyoga ou da dominação satânica de seu discípulo, o Cavaleiro de Cristal. Essa neutralidade não constitui medo, mas sim prudência, pois Camus é um cavaleiro prático, que reconhece a força e o cosmo como fatores decisivos numa guerra. Somente na batalha das 12 casas é que Camus se envolve diretamente, tentando despertar o 7º sentido em Hyoga, mas falhando na primeira tentativa. Em sinal de piedade, Camus opta por matar Hyoga sem dor e aprisioná-lo em seu esquife de gelo. Posteriormente, Hyoga seria libertado com a espada de Libra e revivido pelo cosmo de Shun. Em sua segunda batalha, Camus mostra seu compromisso com a justiça, deixando Seiya e Shun passarem livremente pela casa de Aquário, e só enfrentando de novo Hyoga devido à insistência deste. Camus luta de forma franca contra Hyoga, como um verdadeiro cavaleiro, mas é sobrepujado pelo seu pupilo, que atinge o ápice de suas possibilidades lutando por Atena. Camus morre e Hyoga é por pouco salvo pelo cosmo de Atena.

Saga de Poseidon

Pilar do Oceano Antártico - O General Marina Kasa de Lymnades assume a aparência de Camus, mexendo com os sentimentos de Hyoga, quebrando a resistência do Cavaleiro de Cisne ao imitar a Execução Aurora. Hyoga abaixa a guarda, momento esse em que Kasa, ainda sob a forma de Camus, ataca Hyoga.

Pilar do Oceano Ártico - Enquanto combatia seu ex-amigo e agora General Marina, Isaak de Kraken, a alma de Camus por trás de Hyoga, indicando apoiar as ações do Cavaleiro de Bronze.

 

Saga de Hades

Camus é revivido por Hades, o deus que comando o Submundo, surgindo ao lado de Saga de Gêmeos e Shura de Capricórnio na casa de Áries, comandados por Shion de Áries, antigo Grande Mestre do santuário, com o intuito de matar Atena. Mu de Áries impõe resistência, mas seu poder é insuficiente. Com Saga prestes a dar o golpe final a Mu, Shion interrompe, ordenando a Saga, Shura e Camus que se apressassem em atravessar as Doze Casas e tomar a cabeça de Atena.

Na Casa de Gêmeos, Camus, Saga e Shura deparam-se com um novo Cavaleiro de Gêmeos. Camus chega a perguntar a Saga se ele sabia quem seria aquele que usava a Armadura de Gêmeos que já lhe pertenceu. Saga não responde, apenas diz que o Cosmo daquele homem era de alguém conhecido. Saga fica para combater, dispensando Camus e Shura que acabam presos no Labirinto de Gêmeos sem perceberem - uma das ilusões criadas por Kanon de Gêmeos. Eventualmente as ilusões terminam e Camus, Shura e Saga deixam a Casa de Gêmeos.

Na Casa de Câncer, o trio se vê novamente preso em uma ilusão, dessa vez criada por Shaka de Virgem. Novamente é Saga quem acaba com as ilusões, forçando uma resposta de Shaka na forma de um poderoso ataque, Rendição Divina, que destrói parcialmente a Casa de Câncer. Camus e os demais aproveitam e ocultam seus Cosmos, passando a agir na surdina.

Em algum ponto enquanto se dirigiam a Casa de Leão, Camus, Saga e Shura matam três espectros e vestem suas Súrplices, misturando-se ao grupo de verdadeiros espectros que haviam invadido o Santuário. Chegando a Casa de Leão, o grupo passa tranquilamente devido a Raimi de Verme interromper Aiolia de Leão.

Na casa de Virgem, o grupo de espectros se depara com Shaka de Virgem. A situação força Camus, Saga e Shura a agir, atacando de forma a combinar seus poderes; no mangá com rajadas de cosmo; no anime com as combinações das técnicas Pó de Diamante, Excalibur e Explosão Galáctica. Shaka protege-se usando o Kahn, recebendo apenas um arranhão como consequência do impacto. O Cavaleiro de Virgem arranca o disfarce do trio renegado que reitera o objetivo de matar Atena. Numa estranha atitude, Shaka consente e dá passagem ao trio. O grupo de espectros liderados por Giganto de Ciclope tentam também atravessar, mas são mortos pela Rendição Divina.

Shaka torna a questionar o real motivo por trás das ações dos Cavaleiros Renegados, porém Camus, Saga e Shura reiteram a missão de matar Atena. Aquilo por sua vez faz Shaka decidir-se quanto ao que fazer, conduzindo o grupo para uma área anexada a Casa de Virgem, a Árvores Salas Gêmeas. Ali inicia-se um feroz combate, no qual Camus une forças a Shura e Saga, forçando os limites quanto a Shaka resistir a luta. Encurralado, o Cavaleiro de Virgem usa seu último recurso, o Tesouro do Céu, impossibilitando Camus, Saga e Shura de atacar ou recuar, extraindo quatro sentidos de cada um. Sem alternativa, o trio vê-se obrigados a utilizar a Exclamação de Atena, conseguindo matar Shaka.

Deixando a Árvores Salas Gêmeas e retornando ao interior da Casa de Virgem, Camus, Saga e Shura enfrentam a ira de Aiolia de Leão e Milo de Escorpião que, lançam suas técnicas, Relâmpago de Plasma e Agulha Escarlate. O grupo, porém, mantém-se de pé, decididos a repetir o uso da Exclamação de Atena. No entanto, Mu, Aiolia e Milo também usam a técnica proibida. As duas Exclamações de Atena colidem e geram um impasse. Graças a adição da força dos Cavaleiros de Bronze, porém, o desequilíbrio gerado manda a técnica para os ares, não antes de destruir toda a Casa de Virgem, soterrando a todos. Camus, Saga e Shura emergem dos escombros, vivos, mas praticamente sem forças. Milo demonstra intenção de acabar com o grupo, porém é impedido por Saori Kido, que por meio de seu Cosmo ordena que os três renegados fossem levados para o Templo de Atena.

Saori diz sentir o fardo que Camus e os demais renegados carregavam, e para livrá-los do sofrimento tira a própria vida com a Adaga Dourada. Camus, Saga e Shura regressam ao Castelo de Hades, apresentando-se a Pandora, levando o que parecia o corpo de Atena envolto numa manta. Não havia corpo, apenas a manta suja de sangue, que os renegados diziam ser de Atena. Pandora nega aquilo como prova de que a deusa estaria morta, mas acaba feita refém. Camus e os demais nunca deixaram de ser Cavaleiros de Atena, e o fato de terem aceitado a vida nova concedida por Hades foi apenas com o objetivo de avisar Atena sobre a Armadura de Atena; indo ao castelo de Hades onde Shura rende Pandora e Camus congela Zelos de Sapo. Infelizmente as doze horas concedidas por Hades terminam, e Camus, Saga e Shura convulsionam de dor. Zelos liberto, chega a pisotear Camus, mas é derrotado por Hyoga de Cisne. Em seus momentos finais, Camus pede ao discípulo que protegesse Atena.

No Inferno, ao despertar o seu Oitavo Sentido, Camus aparece no Muro das Lamentações junto com todos os outros Cavaleiros de Ouro e se sacrifica para derrubá-lo, com a Flecha de Sagitário de Aiolos de Sagitário. Antes de morrer, Camus despede-se de Hyoga, dizendo para que o mesmo siga aos Campos Elíseos, com seus amigos, pedindo que o Cisne sempre permanecesse calmo em suas batalhas.

Habilidades de Luta

Camus é renomado como um dos mais poderosos cavaleiros de ouro do Século XX, sendo conhecido como o Mago do gelo, titulo este por conseguir baixar a temperatura para um nível próximo ou equivalente ao Zero Absoluto. Seu cosmo majestoso possui propriedades de criocinese assim podendo criar, moldar e usufruir de todo tipo de poder congelante sendo capaz de aplicar rajadas de cosmo condensadas e vendavais congelantes. Suas habilidades são louváveis sendo um mestre no campo da estratégia e do gelo, um adversário terrível se lutar com todo seu poder, é o cavaleiro cuja personalidade é a mais fria do século XX.

Domínio do Cosmo: Sendo um Cavaleiro de Atena, Camus utiliza o cosmo como sua fonte de energia principal e por ter sido um Cavaleiro de Ouro, ele detinha um controle maior que a média. Em seu caso particular, a cosmo energia de Camus era muito forte ao ponto de com uma rajada de cosmo de seu dedo, ir da Grécia à Sibéria e destruir a grossa camada de gelo e afundar o navio onde a mãe de Hyoga estava.

Telecinese: Camus mostrou um grau de controle telecinético considerável, capaz de "adentrar" no espaço dimensional, como mostrado quando usou-a para interferir na Outra Dimensão do Cavaleiro de Gêmeos, fazendo Hyoga cair no Templo de Libra.

Clarividência: Camus mostrou certo grau de clarividência quando mostrou para Hyoga o navio naufragado onde sua mãe estava e o fez acompanhar seu ataque o confinando no fundo do mar congelado da Sibéria.

Sétimo Sentido: Sendo um Cavaleiro de Ouro, Camus domina totalmente a essência do Cosmo e por isso possui completo controle sobre o Sétimo Sentido, que lhe dá força e habilidades superiores às dos Cavaleiros de Bronze e Prata. Camus pode permanecer consciente mesmo se por acaso vier a perder os outros seis sentidos, pois o poder deste sentido é capaz de superar a perda dos outros seis.

Velocidade da Luz: Camus se move na Velocidade da Luz, ou seja, pode atingir 300.000 km/s, rápido o bastante para dar sete voltas e meia na Terra em um segundo.

Arayashiki: Camus pode manter perfeitamente seu estado animado e racional após a morte, demonstrando poder sobre o oitavo sentido, que permite aos mortos se movimentarem livremente no Submundo.

Inteligência: Camus é considerado um estrategista em batalhas, sendo capaz de entender as técnicas de seus inimigos e estudar qual melhor movimento irá surtir efeito contra seu oponente, aproveitando o melhor de suas habilidades e aplicando diversidades de medidas e contra medidas para abrir vantagem sobre o inimigo. Ademais, Camus foi o único dentre os cavaleiros de ouro que, embora sem provas concretas sabia que aquele sob a máscara de grande mestre não era Shion; mantendo uma posição sigilosa e neutra, tal era assim, pois ele mesmo previu que se aproximava uma guerra civil que poderia devastar o exército de Atena, como relatado por seus discípulos.

Aptidão Física: Devido seu treinamento como Cavaleiro que domina o frio, Camus é tanto imune a seus efeitos quanto impermeável a ele. Camus possui uma resistência física considerável, resistindo na Saga de Hades, a perda de 4 de seus 5 sentidos e ao veneno imposto a ele ao receber 14 agulhas escarlates de Milo. E mesmo assim teve poder suficiente junto a Saga e Shura, a executar uma segunda Exclamação de Atena e empatar com a mesma técnica utilizada por Mu, Milo e Aiolia que estavam nas melhores condições, sobrevivendo à propulsão de cosmo emanado por ela, a mantendo em perfeito equilíbrio. E sobreviveu ao desabamento do Templo de Virgem e ainda teve energia suficiente para com a ajuda de Mu, Milo e Aiolia, ir junto a Saga e Shura, confrontar Pandora no Castelo de Hades, ainda que a missão tenha fracassado. Ele também se mostrou um grande lutador em combate corporal executando um forte ganho em Mu logo após o último se teletransportar. Camus é também citado por Mu na Saga do Santuário e por Shaka e Shaina na Saga de Hades como um dos mais poderosos de sua geração.

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